quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
John Lennon
Sobre a música de John Lennon eu não vou falar visto que de música eu não entendo nada, mas sobre o pacifismo dele e dos Beatles há muito o se comentar.
O pacifismo dessa gente, ou seja, dos hippies e, na escala do show bizz, dos Beatles, era a paz dos chapados, dos drogados. Acreditavam que a maconha seria a libertação da humanidade, que inebriada pelos efeitos anestesiantes e mágicos do THC, iria esquecer de guerrear, consumir, explorar o próximo e destruir o meio ambiente.
Hoje, os artistas repetem o mesmo discurso abobalhado e perigoso de outrora. É um discurso mais sofisticado, ou talvez mais diluído nas teses acadêmicas que tentam dourar o consumo de drogas, criando falsos fatos científicos a respeito das mais variadas substâncias entorpecentes e demonizando o álcool e o cigarro.
Mas os artistas, tais quais os intelectuais e jornalistas brasileiros, ignoram que a única paz alcançada pela via das drogas é aquela que elimina 50 mil brasileiros por ano.
Quando Ney Matogrosso, Luana Piovani e Marcelo D2 vão à mídia falar com toda a tranquilidade do mundo que fumam maconha, tratando-a como um relaxante inocente assim como o é uma taça de vinho, esquecem-se que estão a financiar o crime organizado que tanto mal faz ao nosso país.
Gente desse tipo, que como artistas e intelectuais valem um pouco mais ou um pouco menos (mas todos valendo bem menos que do se espera de um artista ou intelectual de verdade) é aquela versão tupiniquim do pacisfista John Lennon.
Em suma, são seres desprezíveis, que combatem a guerra dos justos e no conforto dos seus lares, financiam a guerra dos bandidos e acreditam que perigosos são os policiais que se arriscam nas bocas de tráfico tentando coibir crimes de toda ordem, mas cuja origem está no comércio das drogas, comercio que tem por clientes desde o pobre garoto da favela até o refinado Ney Matogrosso.
Que descanse em paz John Lennon, se é que existe paz no inferno!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O bem contra o mal
Mas se tem tanta gente boazinha no mundo, porque só os maus aparecem? Ou aparecem com mais frequência?
Por que os bons não querem o poder, os bons não querem a fama, os bons não querem dinheiro a não ser para viver dignamente.
Já os maus são bem diferentes. Eles querem o poder, querem muito dinheiro, querem fama, querem o nirvana.
Basicamente, os maus nos atingem justamente pela sede de poder. Esse poder, por sua vez, é desejado como meio de conseguir dinheiro fácil, como é o caso dos corruptos; como meio de impor um modo de vista, um desejo revolucionário, como é o caso dos comunistas, ou simplesmente por pura malandragem. Há ainda aqueles que almejam o poder para se perpetuarem em situações criminosas, tais quais os traficantes das FARCs que financiam o PT, e assim se vêem livre de uma verdadeiro combate ao narcotráfico. Assim as FARCs alimentam o crime organizado no Brasil com toda a tranquilidade do mundo!
Já os bons não querem isso. Eles querem paz, dignidade e alguma diversão. Em outras palavras, querem poder trabalhar, sustentar a família, exercer sua crença, ir ao cinema, passear, cuidar da saúde e nada mais. E porque não quererem mais do que isso, acabam entregando as suas vidas aos governos, para que o Estado providencie tudo o que precisam para serem felizes.
Os maus, por quererem muito mais do que isso, e por não terem escrúpulos e valores, tomam a frente dessa liderança. Os bons se limitam a acreditar nas boas intenções dos maus, que se fazem de anjos sociais que vão impondo o aborto, cultura gay, o estatismo, a destruição das religiões tradicionais e da famílias e a descriminalizaçao das drogas
Isso ocorre há décadas no Brasil e tem seu ponto culminante com o PT do Lula e tem seu apogeu nos EUA com o Obama: os bons se omitem e acreditam na boa vontade dos maus. Os maus se aproveitam e fazem tudo aquilo que vai contra os valores e desejos dos bons.
Ë triste observar isso, mas uma minoria tem feito esse estrago todo. E eles não são os únicos culpados. Talvez não sejam nem mesmo os maiores culpados.
Certamente a causa de todo esse estado de coisas se deve tanto à açao dos maus quanto a falta de reacção dos bons.
Se quem não presta é minoria, e mesmo assim estão aí a mandar e desmandar, algum problema tem.
Pelo voto, os bons estão sendo feitos de trouxa a 3x4, votando nos comunistas. Pela força, os bons são piores ainda, porque aceitam as mais absurdas leis caladamente,
Incapazes de uma reaçao corajosa, calam-se e fingem que concordam com leis anti – tabagistas, anti – homofobia, com a proibição das manifestações cristãs, e com tudo o mais, por pura covardia e acomodação. No fundo esperam que milagrosamente os comunistas se arrependam e a vida volte a ser como ela é.
Mas com os comunistas, a vida, quando não é sumariamente eliminada, é sempre transformada, moldada, empobrecida, de tal modo que a propria condição humana seja rebaixada e todos percam a sua identidade.
Sem identidade, as pessoas deixam de lutar não mais por covardia, mas justamente porque perdem o que nos mantém de facto vivos: o sentido da vida!
terça-feira, 27 de julho de 2010
Hipocrisia
Ser hipócrita não é necessariamente ter certa opinião e fazer o contrário. Uma mulher pode ser totalmente contra o aborto e abortar e nem por isso ela estará sendo hipocrita. Às vezes, na vida, por fraqueza moral, cedemos às circunstâncias. Uma pessoa hipócrita mente, e quando faz aquilo que condena, ou não faz aquilo que louva, ela está apenas no exercício da sua falta de honestidade e caráter. Por sua vez, quando um sujeito de boa fé faz o que repudia, ele sofrerá o arrependimento dos justos ou pelo menos não quererá fazer da sua má conduta uma regra a ser engolida e digerida pela sociedade.
Não é porque um sujeito gay é contra o casamento homossexual e a lei anti homofobica que ele estará sendo hipócrita só porque resolve ser gay assumido mas não militante.
Uma prostitua pode muito bem ser um defensora da familia, muito embora tenha como clientes homens casados e do mesmo modo seria natural um drogado odiar traficantes e drogas. Isso porque as pessoas boas, decentes e honestas erram, pecam, cometem crimes, mas por serem corretas, tem como referência certos valores nos quais tentam orientar todos os seus passos. Quando fogem à regra, tentam se redimir, pedem desculpas, admitem a culpa e se corrigem.
Alem disso, quando a pessoa sabe que está fazendo alguma coisa que não é digna, e expressa desejos que são exatamente a antitese do que ela faz, ela demonstra uma dignidade latente que ainda não foi extirpada.
Uma prostitua que sonha em ser uma esposa e uma mae de familia dedicada é uma propaganda muito mais eficiente dos vaores morais do que esse bando de moderninhos relativistas que resumem tudo a um certo amor universal e um certo respeito à diversidade.
Por que a prostituta usa a sua propria dor, a sua propria insatisfaçao para exacerbar aquilo que ela não é: uma mulher decente e comum, cujo corpo sonha ser só domínio seu e não de clientes de todo tipo.
Errar é humano, se corrigir também. Ser uma pessoa melhor é na essência uma coisa muito simples: não mentir, nao matar, não roubar, não trapacear. Ninguém precisa ler tratados de Moral para saber o que fazer para se tornar um sujeito melhor. Na prática, entretanto, é tudo muito dificil e isso se deve a falta de Deus.
Pessoas que possuem Deus no coraçao não são más. Não são perfeitas, mas jamais ou muito dificilmente são crueis,ou deliberadamente injustas, desonestas e trapaceiras.
E quem tem Deus, tem consciência. Consciencia do certo e do errado, que é a rigor, o que interessa para vivermos em uma sociedade pacífica e feliz.
A atração pelo simples
Eu sou feliz com pouco, embora se fosse rico, milionário, bilionário, minha felicidade seria, evidentemente, muito maior.
Por que dinheiro não é garantia de felicidade, mas pobreza muito muito menos.
É mais facil ser feliz com dois bilhões de dólares do que com dois salários mínimos.
Mas mesmo com pouco dinheiro é possivel ser feliz à medida que se dá valor às coisas mais simples.
Eu tive essa sorte.
Nunca quis morar fora do país, ou viajar mundo afora, ou ter carros luxuosos. Ta, é mentira, sempre quis, mas nunca foram priorirdades.
Eu gosto mesmo de viver em paz e sem muito esforço físico. Meus maiores prazeres são aqueles que necessitam de paz e de tempo e não de dinheiro: ler um bom livro, assistir a certos programas de televisão, navegar na internet, conversar e rir com os amigos, cozinhar para eles e plantar (fazer hortas, jardins, etc). Vejam que não há necessidade de grandes somas para poder se fazer essas coisas mas sim de tempo e paz de espirito.
E como posso ter certeza disso? Oras, porque os prazeres, por mais que nos enganem, são prazeres. Quando assisto ao Diogo Mainardi no Manhattan Connection ou leio uma de suas colunas, quando ouço o professor Olavo de Carvalho no seu programa de rádio, quando estou com meus amigos em casa falando de tudo e de todos, e preparando saborosas comidas, enfim, quando eu estou diante de um bom filme, uma boa música, ou diante do prazer máximo que só os clássicos da literatura nos dão, só eu sei o quanto de alegria, de prazer esses fatos me proporcionam.
Ah, e não posso deixar de lembrar do imenso prazer oruindo da desgraça daqueles que as merecem: um desafeto que perde o emprego, um inimigo que se descobre com um doença incurável, um fulano que perdeu o amor da vida toda, um politico de esquerda que perde a popularidade e o poder. Tudo isso são coisinhas que me enchem de satisfação, de felicidade mesmo... e isso também não custa nada.
Desprezo e reclamação
Na verdade, quando eu converso apenas sobre sexo com alguém, certamente não é porque eu não tenha outro assunto. Tenho-os de sobra. Apenas não vou dividi-los com gente que não tem interesse por eles, ou mesmo são incapazes de compreendê-los.
Há pessoas que só servem pra proporcionar esses prazeres mais imediatos. Prazeres os quais não há necessidade sequer de abrir a boca.
Aos amigos, tudo. Aos inimigos, nada. E àqueles que não são nem amigos e nem inimigos, a gente tem que analisar e ver se pelo menos para uma duversaozinha fútil eles servem.
Frases simpáticas
Vale a pena?
Céu e Terra
A três.
Ter uma relação a dois deve ser muito difícil por isso um monte de gente decerto acaba namorando a 3, 4...
Isso é muito mais comum do que se pensa.
É a degradação total dos relacionamentos humanos como os entendemos.
Sexo é muito bom, e certamente cometemos desatinos por causa dele.
Mas toda essa suposta modernidade dos novos relacionamentos são apenas formas mais deprimentes de cristalizarmos certas condutas preconceituosas, sobretudo em relação a mulher.
Pesquisando nos sites de relacionamentos abertos, o que se vê são os maridos oferecendo as mulheres para orgias de todo tipo. Raramente se vê uma mulher sozinha procurando parceiros e menos ainda mulheres oferecendo os maridos.
São as mulheres, sob a capa da liberdade sexual, servindo de objeto nas mãos de namorados e maridos pervertidos.
Não tenho nada contra isso, afinal, sou a favor da liberdade responsável, mas o que realmente incomoda é perceber que as mulheres continuam sendo capachos nos quais os homens se refestelam. Continuam sendo criaturinhas obedientes que para manter seus relacionamentos, abrem mao da própria dignidade.
Teriam elas prazer nessas bandalheiras todas?
Certamente. Sexo sempre é bom e elas não fazem nada por obrigação. Mas seriam felizes com esses prazeres carnais todos?
Eis aí uma grande incógnita.
Muitas vezes o sexo, de tão prezeroso, acaba por se tornar viciante. E por não comportar nenhum efeito físico diretamente prejuducial, como as drogas, as pessoas não o encaram como uma dependência, mas cada vez mais usam o sexo como fator de preenchimento de um vazio existencial que sabem muito bem que não será na carne que encontrarão.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Pai Nosso que estás no Brasil.
Mas o Brasil, e não demorou muito, foi muito mais além e agora conta com um Deus próprio. Tão perfeito que dispensa a gramática, a lógica, a razão, a democracia e a justiça. Tudo o que ele faz, em sendo perfeito, assume instantaneamente o status do racional, do lógico, do perfeito. Porque o Deus - Lula é assim, um Deus cuja obra não precisa ser avaliada, julgada, criticada, porque Lula é perfeito e tudo o que ele faz também é perfeito. Mas nem todos entendem. E então vos digo.
Pai, perdoai a oposição, ela não sabe o que faz.
E não sabe mesmo.
Todos tratam o Lula como um cara com uma briografia maravilhosa, ilibada, heróica
Não é. Lula tem uma trejetória medíocre, marcada por canalhices, covardias e oportunismos de todo tipo.O fato de um operário chegar à presidência não é mérito. Nem para o Lula e muito menos para nós eleitores.
É uma vergonha ter como presidente um homem ignorante e orgulhoso da sua ignorância. um homem que lidera o comunismo na América Latina. Um homem destituído de qualquer valor moral.
É uma vergonha ter um presidente eleito e reeleito que se admira do seu semi analfabestimo, da suas convicções ideológicas assassinas e ditatoriais.
Mas a oposição, em sua maioria, trata Lula como um equivocado. Os erros do Lula, por mais ignorante que ele seja, não são erros. Na verdade, são grandes acertos, são atos de coragem que revelam um Lula cada vez mais assumidamente comunista.
Erro é o da oposição de verdade, que usa de boa fé para avaliar um homem que age aceleradamente em nome de compromissomos que não interessam a nenhuma pessoa decente e justa, que é a instalação de um Governo Global (controlador, abortista, ambientalista, drogadista, estatista, gayzista, etc) do qual Lula, com toda a sua megalomania, quer ser um dos líderes.
Dilma, a Mãe Nossa, é a continuidade de todo esse terror que se avizinha!
Cuidemo-nos, brasileiros!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Razão e sensiblidade...
Admitir que há a verdade é admitir que há o certo e o errado.
O certo seria a verdade e o contrário disso seria o erro, a mentira.
Mas vivemos em tempos em que as verdades absolutas são veementemente contestadas. Vivemos em tempos de descarado relativismo.
Para os relativistas, nada é absoluto, e as verdades são caso do foro íntimo, coisinhas subjetivas, à toa.
Eu já cheguei a ouvir de um seminarista que o Papa era um tirano porque pregava que a Igreja Católica era a única verdadeira Igreja de Cristo. Cristo foi um só e portanto a Igreja que Ele fundou também foi uma só. Se o Papa está correto ou não, eu não sei. Mas estranho seria se o Chefe Supremo da Igreja Católica afirmasse que a Igreja que ela chefia talvez esteja correta, e que na verdade ele acredita em céu, inferno, em santos, etc mas quem sabe também náo exista a reencarnação e congêneres ou mesmo que Cristo não passava de um homem comum.
Em outras palavras, o relativismo emburrece. Ele desobriga as pessoas a alcançarem a verdade, não importa em qual área.
O relativismo também desobriga o ser humano a ter uma conduta moral mais rígida.
Se nada é certo, se nada é errado, tudo é permitido. Até mesmo a total imoralidade e a total burrice.
Se a razão é o único caminho para se chegar à verdade, e se para os relativistas a verdade não existe, o relativismo matou a razão.
Felizmente há ainda pessoas que não se entregaram à essa indecência, excrescência e imbelicidade chamada relativismo.
E serão esses poucos que herdarão os reinos do Céu, porque não só acreditam que há uma verdade absoluta, como se esforçam para alcançá –la, compreendê-la e e aceitá-la.
Fazendo o Social
A maioria desses auto – intitulados projetos sociais são ongs que querem tirar aquele quinhaozinho de verba do governo, governo esse que tem um carinho especial por tudo o que se trata de “social”.
Falando dos projetos ligados às crianças, a coisa se degenera de vez.
É sempre a mesma coisa. A mesma ladainha. É a tal da inclusão.
As crianças comem, ficam o dia inteiro no local, ou moram no projeto e recebem educação.
Educaaão do jeito deles, claro.
Aula de circo, aula de capoeira, aula de dança, de canto, de reciclagem, aquelas coisas todas que estamos acostumados.
É tudo muito bonito, mas nem tudo que é bonito tem serventia.
Para que aula de circo?
Circo, por si só, é uma coisa chatíssima. Um atentado ao bom gosto e à inteligência.
Animais se balouçando, globo da morte, trapezistas, mágicos, palhaços. Dá até um nervoso só de lembrar dessa bobageira toda.
Existem agora os circos chiques, como o Du Soleil.
Chique mas tão tolo como os antigos circos espanhóis ou russos.
Não há meios de tornar interessante e sofisticado qualquer espetáculo circense. Não há.
Voltemos aos projetos sociais.
Outra coisa muito comum é o apego ao folclore, às tradições negras, caboclas, indígenas, caiçaras...
Daí as crianças aprendem capoeira, aprendem a fazer cestinho com fibra de coqueiro, aprendem a fazer um monte de coisas. Mas aprendem a fazer tudo pela metade, meia boca.
No fim das contas tudo isso que elas aprendem não servirá para nada.
Bom mesmo são os projetos socias que fazem os descamisados porem a mão na massa. Desde cedo ensinam que infelizmente uns tem que penar mais do que outros, trabalhando mais e ganhando menos. Desigualdade sempre existirá e não significa exatamente injustiça social.
Nos projetos sérios, as pessoas aprendem oficios realmente úteis: se tornam mecânicos, eletricistas, cabelereiros, costureiras e por aí vai. E aprendem que terão que trabalhar, trabalhar duro.
Mas os projetos avacalhados preferem inserir os infelizes no mundo da arte.
Isso nunca dá certo. Primeiro porque arte não é para qualquer um.
Segundo, porque arte do Brasil é qualquer coisa, menos arte.
O sujeito caga no palco e diz que é teatro de vanguarda.
O sujeito joga tinta feita com sementes da Amazônia numa tela e diz que é arte contemporêna.
Uma amiga queria me apresentar um amigo dela... um artista. Pedi o nome e pesquisei. Achei um vídeo dele, uma perfomance...Ele se despia e se deitava no chão do quintal e arrancava coisas e punha sobre o corpo. Oras, o que eu vou querer com um cara que fica pelado na frente do vídeo, se deita na graminha e começa a colocar gravetos e matinhos em cima do proprio corpo? O que, me digam? Eu creio que ele queria manifestar sua visão sobre a relaçao do homem com a natureza, a integraçao etc etc etc. Ele tem é que se integrar com o diabo, para ver se fica menos tolo, menos cretino.
Essas pessoas que passam meses, anos, nesses projetos, aprendendo a dançar, a cantar, a pintar e etc não conseguem ganhar um real com isso. No máximo tornam-se monitoras do proprio projeto. A questão não é de ordem moral, intelectual ou pedagógica. É questão prática mesmo.Tem que ensinar ao sujeito maneiras dele ganhar dinheiro, dele fazer algo de útil.
A questão do esporte é outra temeridade.
Esporte é esforço, mas também é talento.
E depende de sorte.
Sustentar-se e a uma família como mecânico, cabelereiro, esteticista, pedreiro, costureira e afins, não depende de sorte, nào depende de um dom ou de um talento ímpar. Depende de esforço, dedicação e trabalho.
Mas quando se enfia na cabeça dessas pessoas que elas são pobres porque os ricos nào as querem ricas, isso sim estraga tudo.
Riqueza nào é sinonimo de felicidade, mas pobreza muito menos.
Mas se há uma receita para que as pessoas cresçam na vida, essa receita inclui esforço próprio e trabalho.
Muitas vezes só isso não é suficiente, porque faltam as oportunidades.
Mas com certeza sem isso, as oportunidades podem abundar, que a pessoa nunca sairá do lugar.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Caridade
Mas a caridade não é uma verdade assim apodíctica.
Por trás de gestos nobres em favor dos necessitados podem estar ocultos motivos bem menos nobres.
Um deles é o de caráter politico. A caridade é uma excelente porta para candidatos se elegerem.
Outro motivo são as milionárias celebridades que para alivio de consciência ou polimento da imagem, gastam alguns níqueis em programas assistencialistas.
Madonna foi até bem longe: procurou e comprou algumas crianças para ter como filhos. Infelizmente não fui eu uma dessas felizes criaturinhas, não obstante ter que aturar Madonna como mãe, só mesmo a custa de milhões e milhões de dólares. Se bem que os meus pais não são exemplos de vida e eu não recebi um tostão para ser filho deles.
Outro motivo menos interesseiro mas não mais nobre é a pura vaidade.
O sujeito quer algum tipo de visibilidade. Mas o problema é que ele é medíocre.
Se ele escrever poemas, serão poemas ruins.
Se ele tentar ser ator, será canastrão.
Se tentar ser um crítico literário ou de cinema, só dirá obviedades.
Se ele tiver uma profissão, será competente, mas nunca brilhante.
A beleza não lhe foi pródiga.
O carisma se evadiu de sua personalidade.
A inteligência, se não é pequena a ponto de atrapalhá-lo, não é soberba a ponto de eleva-lo aos paroxismos da fama.
O que lhe resta então? A bondade. E essa bondade tem que se materializar. Por que assim poderá ser fotografada, documentada, comentada, imitada e admirada.
É isso que ele procura.
Quando essa caridade vem acompanhada de lições de moral, então pronto. É a pazinha de cal. A criatura é realmente um arrematado e medíocre vaidoso.
Ninguem consegue falar mal da bondade. Mas bondade é sentimento sincero. Não é construção articulada com fins de auto –promoção.
O sujeito não decide ser bondoso. Ele é ou não é bondoso.
Quando a caridade vem a reboque de toda uma afetação midiática e social,certamente não foram os bons sentimentos que fizeram a pessoa se desdobrar a amenizar os sofrimentos dos desvalidos. Foi a vaidade, o interesse, a mediocridade.
Já diz a Bíblia: o que uma mão faz a outra não precisa saber.
E digo eu: quem quer fazer o bem, sem olhar a quem, às vezes não olha a quem por tanto que olha para o próprio umbigo.
Travestis violentos e o Dourado
Uma tal tia do Dourado andou falando que de certa feita seu sobrinho famoso (ou que pensa que é) foi agredido, juntamente com alguns amigos, por um grupo de travestis.
O movimento gay, feito um tsunami moral (imoral, na verdade) se levantou ferozmente porque a mulher não deveria ter relacionado violência aos travestis.
Relacionar a que, então? À inefável beleza feminina? À delicadeza de Audrey Hepburn?
Entre o gays, os travestis são mais temidos do que certamente o é o proprio Dourado, tão supostamente homofóbico.
Os travestis, em sua maioria, envolvem-se com prostituição e drogas. Dessa combinação certamente paz e amor é que não surgem.
Em vez de fingir que as coisas não são do jeito que são, o movimento gay deveria trabalhar ativamente (mesmo pensando passivamente...) em diminuir a incidência de aids entre os gays e criar um movimento de conscientização entre os travestis para que estes saiam da marginalização, uma vez que essa é um condição (a de ser travesti) que rigorosamente não condiciona a mais nenhima outra. Ou seja, um travesti não precisa, como numa auto flagelação, ser obrigatoriamente prostituta. Viver de prostituição pode ser uma possibilidade, mas sabemos que infelizmente entre eles, isso é praticamente uma obrigação.
Aids e o tal do Dicesar.
Essa polêmica foi levantada no Big Brother. Um dos participantes, Marcelo Dourado, afirmou que só os homossexuais contraem o HIV. Foi ignorante, certamente. E muito. Mas eis que todo o movimento gay , onfendissimo por todos os outros viados, arma o contra- ataque, liiderado por um outro participante do programa, o tal Dicesar, viado assumido, e não menos ignorante do que outro, porém bem mais aborrecido e chato.
A declaração de Dourado transcendeu. Era uma afirmação da sua mal disfarçada homofobia.
Então tá né! Vamos aos fatos.
Ser homofóbico não é simplesmente não gostar de gays e sapatonas. É ter verdadeira ojeriza a essas pessoas, é ter um ódio doentio. É transformar essa aversão em atos que de fato prejudiquem os gays.
E isso existe no Brasil? Não, não existe. Como também não existe racismo.
E existe descriminação? Sim. Os negros e gays são discrimados, os gordos, os pobres, as mulheres, as crianças, os muitos magros, os muito baixos, os deficientes, os nordestinos e assim por diante.
No Brasil a discrimação a essas pessoas não é sistemática, não é organizada e numericamente falando não representa riscos reais a esses grupos.
No Brasil a discrimação é pontual e circunstancial. E de todos os grupos citados, certamente são os homessexuais os menos vitimados.
Quantos homossexuais morrem, anualmente, no Brasil, por serem homossexuais? Uns trezentos de um total de 20 milhões. Isso representa 0.0000015%. Um grupo do qual apenas 0.0000015% sofre perdas, esse grupo sofre perserguição? Está de fato ocorrendo um “viadocídio”no Brasil?
E porque desses 300 uns 299 são homens?
Oras, então a homofobia é na verdade uma viadofobia? As lésbicas, inclusives, são muito mais ousadas nas manifestações afetivas públicas do que os gays.
E porque elas não são assassinadas?
Por que ( e acho que falei sobre isso) desses 300 gays assassinados, a maioria morre por motivos diversos sem nenhuma relação com a homofobia de fato.
A grande maioria morre nas mãos de bandidos comuns, marginais que se aproveitam dos desejos sexuais que os gays nutrem por heterossexuais e que usam o sexo como isca para atrair esses gays e tirar pequenos e grandes proveitos dessa inusitada situação.
Mas e o que o Dourado e o Dicesar tem a ver com tudo isso?
Oras, O Dourado falou uma besteira. Mas besteiras ditas são infimamente menos prejudiciais do que as besteiras omitidas. Ao falar a bobagem sobre a forma de contaminação pelo HIV, dourado foi honesto. Honestamente ignorante. E assim, abriu espaço para reaçoes, defesas e correçoes.
E o movimento gay, o que faz? Omite.
Omite o fato que se a aids não é exclusiva dos gays, é entre os gays que ela grassa feito erva daninha em solo adubado.
O sexo entre dois homens é o que apresenta o maior risco, pelos fatos do sexo anal causar lesoes na mucosa retal e da camisinha romper com mais facilidade. Assim, sangramentos são comuns, aumentando em muito o risco de contaminação. Além disso, o homossexual passivo recebe toda a carga de esperma.
Isso não é homofobia, a não ser que o movimento gay considere o HIV um vírus homofóbico. Isso é fato.
Outra fenômeno solenemente omitido é o surgimento acelerado de muitos novos casos de gays contaminados, uma vez que a prevenção, em relação a todos os sexos, está cada mais esquecida.
Outro dado fundamental é que, gostem ou não os viados, os homens heterossexuais são um dos grupos, em relação ao sexo, que correm menos riscos de contaminação. Isso, por um lado é positivo para os homens, mas por outro, torna-os mais negligentes com a prevenção. E menos risco não é (como acredita Dourado) ausência de risco.
De todos os grupos, são as lésbicas as que menos riscos correm. O sexo entre duas mulheres é relativamente o mais seguro de todos, mesmo quando não se pratica nenhum método de prevenção. Além do que, culturalmente falando, as lésbicas, mesmo não sendo santas ( e não existem santos e santas homossexuais, pelo menos não assumidos e militantes) não frequentam as famosas saunas, não pagam garotas de programa, não pariticipam de orgias com a mesma frequencia que os sedentos viadinhnos espalhados pelo Mundo afora. Por que outra verdade tem que ser dita. Viado é tudo igual, não importa o cantinho do Mundo onde ele se encontra.
Espiritismo e o monopolio do espirito.
Uma delas é essa boçalidade dos espíritas em querer monopolizar a vida após a morte.
Pior ainda é que, cá no Brasil, todo mundo cai nessa esparrela.
Para os espíritas e também para um monte de católico e sem-religião-definida, só os espíritas acreditam em vida após a morte.
Olha, a continuação da vida, após o falecimento, é o principio básico de qualquer religião. Qualquer uma. Cada uma cria o seu mundo espiritual pós “batimento das botas” do seu jeito. Os egipicios construiram até Pirâmides e para os nosso latinos indios, as pessoas finadas podiam se transformar em mandiocas e milhos. Para os católicos, há o inferno, purgatório e céu e para os evangélicos, só há a salvação e a danação eternas.
E quem vai para o inferno? Quem vira madioca? Quem vai para o purgatório? São os espiritos, claro.
Os mesmos espiritos que, para os kadercistas, reencarnam, reencarnam, ou vivem em outro plano astral, mas bem pertinho da gente, a dar conselhos e sustos, a nos iluminar ou infernizar a nossa vida.
Mas que fique claro: todos que possuem uma religião creem em vida após a morte. Ou deveriam crer, pelo menos. Já ouvi católicos dizendo que quando a gente morre, tudo se acaba.
Mas isso são coisas do Brasil, em que nada é levado a sério, nada é encarado com muita lógica e racionalidade. Por isso tudo o que não presta e a parte civilizada do mundo rejeitou, aqui é tratado com reverência e dedicação. A começar pelo espiritismo.
A falsidade como reflexo.
Há sim! A saída é a falsidade consciente e sem maldade.
Falsidade consciente é aquele comportamento em que a gente se omite de falar tudo o que sente e acha em relaçao ao sujeito, não pela necessidade de agradar com vistas a garantir vantagens ou evitar prejuízos, mas não falamos a verdade para a criatura pelo simples fato de que não seremos nunca entendidos, compreeendidos e aceitos.
Então, se não podemos nos afastar deliberadamente desses chatos, muito menos conseguiremos mudar a natureza estúpida dessa gente.
Seria a sinceridade motivo para mais grosserias, cenas e crises e tudo rigorosamente à toa, porque esse tipo de gente, mesmo que tentasse aceitar as verdades não as entenderia o suficiente para tecerem reflexões palatáveis e transformadoras. O jeito é cair fora, na primeira oportunidade. Mas na primeira mesmo, porque amizade não é caridade e nesse mundo, eternos mesmo só o amor de Deus e o nosso espírito.
Ódios saudáveis.
É o ódio que mantem viva a chama da justiça, da equidade.
O ódio nos protege da maldade alheia.
Como falei, um sujeito centrado não sai por aí a odiar Deus e o Mundo e por qualquer motivo. Isso é coisa de gente louca, desiqulibrada.
As pessoas justas odeiam porque são forçadas a odiar.
Como sabemos, ninguém, é perfeito.E algumas pessoas são mais imperfeitas do que a nossa vã filosofia pode suportar. E são pessoas cujos atos conscientemente nos prejudicam ou tiveram a inteção de nos prejudicar gravemente.
Sentir o que? Piedade? Amor? Perdoar?
Tolices dos covardes.
A maioria das pessoas que diz perdoar com facilidade está na verdade demonstrando medo. Medo de encarar aquilo que lhes faz mal.
Dizem que devemos combater o mal com o amor. Também acho. Mas esse amor deve ser o amor próprio. E quando nos amamos, podemos até perdoar, mas perdão tem limite.
E o limite do perdão está na capacidade desse perdão modificar o sujeito que nos fez mal.
Repetidos perdões para repetidas pessoas só reforçam nessas a tranquilidade em continuar errando e nos maltratando e prejudicando.
Em compensação, quando nutrimos um saudável ódio contra nossos algozes, estaremos, certamente, agindo no sentido de mante-los bem afastadinnhos ou neutralizados. E isso que importa. Evitar o mal, nem que usemos o mal. O justo mal.
Ah, e outra coisa óbvia: nem todo mal é digno de ódio, mas também nem todo mal é digno de perdão.
terça-feira, 30 de março de 2010
Luxo e Glamour!
A maioria das pessoas não quer muito para ser feliz. O problema é que elas não tem nada mesmo e sem um teto pra morar, uma comida pra comer, uma roupa pra vestir, fica bem difícil sorrir para a vida não é?
Pois então. Com essa onda esquerdista tomando conta de tudo, luxo e glamour se tornaram o símbolo máximo do monstro maior chamado capitalismo.
Gostar de luxo e glamour virou sinônimo de egoísmo e futilidade.
É aquela velha cantilena comunista. Se nem todos podem comer lagosta, que todos comam carne moída, até quem pode comer lagosta.
Ah, por favor, por favor. Vamos trabalhar para que as pessoas se tornem desigualmente ricas e não igualmente pobres (essa máxima não é minha, mas não lembro o nome do cara).
Luxo, glamour e supérfluos em geral não produzem pobreza. Então não devem ser combatidos. Muito pelo contrário. Um vestido de alta costura, um colar de diamantes ou um perfume raro passarão pelas mãos de uns tantos trabalhadores. Essas mercadorias são taxadas sem dó e nem piedade pelo fisco, e sem contar que movimentam um indústria de copias e réplicas que faz a felicidade de muito camelô e de muita perua e playboy da classe média baixa.
Ah, e o mais importante, produzem beleza. E beleza não tem preço.
Ou melhor, tem. Embora quase ninguém tenha é dinheiro pra pagar por ela.
