quarta-feira, 5 de maio de 2010

Travestis violentos e o Dourado

Só mais uma do BBB.
Uma tal tia do Dourado andou falando que de certa feita seu sobrinho famoso (ou que pensa que é) foi agredido, juntamente com alguns amigos, por um grupo de travestis.
O movimento gay, feito um tsunami moral (imoral, na verdade) se levantou ferozmente porque a mulher não deveria ter relacionado violência aos travestis.
Relacionar a que, então? À inefável beleza feminina? À delicadeza de Audrey Hepburn?
Entre o gays, os travestis são mais temidos do que certamente o é o proprio Dourado, tão supostamente homofóbico.
Os travestis, em sua maioria, envolvem-se com prostituição e drogas. Dessa combinação certamente paz e amor é que não surgem.
Em vez de fingir que as coisas não são do jeito que são, o movimento gay deveria trabalhar ativamente (mesmo pensando passivamente...) em diminuir a incidência de aids entre os gays e criar um movimento de conscientização entre os travestis para que estes saiam da marginalização, uma vez que essa é um condição (a de ser travesti) que rigorosamente não condiciona a mais nenhima outra. Ou seja, um travesti não precisa, como numa auto flagelação, ser obrigatoriamente prostituta. Viver de prostituição pode ser uma possibilidade, mas sabemos que infelizmente entre eles, isso é praticamente uma obrigação.

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