A maioria das pessoas não quer muito para ser feliz. O problema é que elas não tem nada mesmo e sem um teto pra morar, uma comida pra comer, uma roupa pra vestir, fica bem difícil sorrir para a vida não é?
Pois então. Com essa onda esquerdista tomando conta de tudo, luxo e glamour se tornaram o símbolo máximo do monstro maior chamado capitalismo.
Gostar de luxo e glamour virou sinônimo de egoísmo e futilidade.
É aquela velha cantilena comunista. Se nem todos podem comer lagosta, que todos comam carne moída, até quem pode comer lagosta.
Ah, por favor, por favor. Vamos trabalhar para que as pessoas se tornem desigualmente ricas e não igualmente pobres (essa máxima não é minha, mas não lembro o nome do cara).
Luxo, glamour e supérfluos em geral não produzem pobreza. Então não devem ser combatidos. Muito pelo contrário. Um vestido de alta costura, um colar de diamantes ou um perfume raro passarão pelas mãos de uns tantos trabalhadores. Essas mercadorias são taxadas sem dó e nem piedade pelo fisco, e sem contar que movimentam um indústria de copias e réplicas que faz a felicidade de muito camelô e de muita perua e playboy da classe média baixa.
Ah, e o mais importante, produzem beleza. E beleza não tem preço.
Ou melhor, tem. Embora quase ninguém tenha é dinheiro pra pagar por ela.
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