
A sociedade brasileira, em peso, é a favor da diminuição da idade penal. Eu também. Qualquer ser humano que apresente um risco real à integridade física ou psicológica de alguém inocente deve ter suas atitudes penalizadas. E severidade extrema combina com crimes extremos.
Adolescentes sabem o que fazem. Pobreza não justifica as crueldades perpetradas por esses jovens contra crianças, idosos, trabalhadores e trabalhadoras honestas. Pobreza não justifica crimes cuja origem está numa busca doentia por status, pela ausência total de valores ou simplesmente pelo aquisição de algum bem material que em outras circustancias é adquirido através do trabalho ou dado pelos pais (que trabalharam para poder presentear o filho).
Mandar esses jovens para a a cadeia é o mínino que a sociedade merece. Impostos altíssimos são pagos. E se é algo que é obrigação do Estado (por mínimo que seja, como queriam Thatcher e Reagan) é a segurança pública.
Mas eis que essa discussão, da menoridade penal, me fez pensar sobre outra questão. A menoridade sexual.
A pedofilia é um problema sério. Um dos crimes mais hediondos no rol das maldades humanas é o abuso sexual de crianças.
Mas um homem adulto que transa com um rapaz de 16 anos está cometendo pedofilia? Um pai de familia que sente atração por um menina de 15 anos está sendo pedófilo? Não, não está. Está sendo safado, sem vergonha e possivelmente um abusador.
Eu não estou aqui para defender que sexo não tem idade. Muito pelo contrário. Sexo, quando mais tarde, melhor.
Mas a pedofilia é o desejo sexual envolvendo crianças. O que nós vemos hoje é um fenômeno muito grave, que é confundido com pedofilia.
O que vemos são crianças, elas mesmas, procurando sexo, procurando namoro, procurando exercer uma sexualidade adulta, sem sequer saber o que é isso direito.
Em salas de bate – papo há muitos meninos e meninas procurando sexo.
Nas escolas, crianças de 9 ou 10 anos já “ficam”, como se beijar na boca fosse algo que expressasse um afeto puro e sem intenções.
A culpa é delas? Dessas crianças precoces? Não. A culpa é da destruiçao da família. A culpa é da sistemática e organizada guerra que o esquerdismo declarou à civilização ocidental. Essa guerra inclui a sexualização das nossas crianças e adolescentes, bem como a elevaçao desses grupos à condiçao de pessoas totalmente livres de controles e limites, controle e limites este antes realizados através da autoridade paterna e materna e consolidados pela escola.
Por conta disso, os pais estào entregando a educação das nossas crianças ao Estado. Isso não só no Brasil, mas em boa parte do mundo dito civilizado. E se o Estado tem tanta sede em determinar o que nossas crianças tem que aprender, há algo podre nisso aí. Por que? Porque o que as crianças, jovens e adultos precisam saber e vivenciar são valores que remontam a uma tradiçao de milenios, que remonta ao judaísmo, aos gregos e aos cristãos. Isto já está arraigado em nossos coraçoes e mentes. Se o Estado pretende tomar pra si a educaçao direta de nossas crianças, impondo curriculos ideologicos e ideolgizantes, impedindo o acesso às religioes tradicionais, destruindo o modelo tradicional de familia, criando mentes vazias e politicamente corretas, algo tem que ser feito, e urgente, caso contrário, logo nossas crianças estarão aptas a participar de orgias sob proteçao estatal e os pais indo para a cadeia por ensinarem ao filho o Pai Nosso.
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