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terça-feira, 30 de março de 2010

Idade penal, idade sexual.



A sociedade brasileira, em peso, é a favor da diminuição da idade penal. Eu também. Qualquer ser humano que apresente um risco real à integridade física ou psicológica de alguém inocente deve ter suas atitudes penalizadas. E severidade extrema combina com crimes extremos.
Adolescentes sabem o que fazem. Pobreza não justifica as crueldades perpetradas por esses jovens contra crianças, idosos, trabalhadores e trabalhadoras honestas. Pobreza não justifica crimes cuja origem está numa busca doentia por status, pela ausência total de valores ou simplesmente pelo aquisição de algum bem material que em outras circustancias é adquirido através do trabalho ou dado pelos pais (que trabalharam para poder presentear o filho).
Mandar esses jovens para a a cadeia é o mínino que a sociedade merece. Impostos altíssimos são pagos. E se é algo que é obrigação do Estado (por mínimo que seja, como queriam Thatcher e Reagan) é a segurança pública.
Mas eis que essa discussão, da menoridade penal, me fez pensar sobre outra questão. A menoridade sexual.
A pedofilia é um problema sério. Um dos crimes mais hediondos no rol das maldades humanas é o abuso sexual de crianças.
Mas um homem adulto que transa com um rapaz de 16 anos está cometendo pedofilia? Um pai de familia que sente atração por um menina de 15 anos está sendo pedófilo? Não, não está. Está sendo safado, sem vergonha e possivelmente um abusador.
Eu não estou aqui para defender que sexo não tem idade. Muito pelo contrário. Sexo, quando mais tarde, melhor.

Mas a pedofilia é o desejo sexual envolvendo crianças. O que nós vemos hoje é um fenômeno muito grave, que é confundido com pedofilia.
O que vemos são crianças, elas mesmas, procurando sexo, procurando namoro, procurando exercer uma sexualidade adulta, sem sequer saber o que é isso direito.
Em salas de bate – papo há muitos meninos e meninas procurando sexo.
Nas escolas, crianças de 9 ou 10 anos já “ficam”, como se beijar na boca fosse algo que expressasse um afeto puro e sem intenções.
A culpa é delas? Dessas crianças precoces? Não. A culpa é da destruiçao da família. A culpa é da sistemática e organizada guerra que o esquerdismo declarou à civilização ocidental. Essa guerra inclui a sexualização das nossas crianças e adolescentes, bem como a elevaçao desses grupos à condiçao de pessoas totalmente livres de controles e limites, controle e limites este antes realizados através da autoridade paterna e materna e consolidados pela escola.
Por conta disso, os pais estào entregando a educação das nossas crianças ao Estado. Isso não só no Brasil, mas em boa parte do mundo dito civilizado. E se o Estado tem tanta sede em determinar o que nossas crianças tem que aprender, há algo podre nisso aí. Por que? Porque o que as crianças, jovens e adultos precisam saber e vivenciar são valores que remontam a uma tradiçao de milenios, que remonta ao judaísmo, aos gregos e aos cristãos. Isto já está arraigado em nossos coraçoes e mentes. Se o Estado pretende tomar pra si a educaçao direta de nossas crianças, impondo curriculos ideologicos e ideolgizantes, impedindo o acesso às religioes tradicionais, destruindo o modelo tradicional de familia, criando mentes vazias e politicamente corretas, algo tem que ser feito, e urgente, caso contrário, logo nossas crianças estarão aptas a participar de orgias sob proteçao estatal e os pais indo para a cadeia por ensinarem ao filho o Pai Nosso.

Opinião apressada

Preconceito, a rigor, é uma opinião apressada e não necessariamente errada.
No Brasil, preconceito é opinião contrária.
Contrária a qualquer crítica que se faça a determinados grupos protegidos por pelos bondosos politicamente corretos.
Qualquer opinião que seja contrária aos interesses dos negros, homossexuais, drogados, viados e sapatonas, no Brasil é entendido como puro preconceito.
É uma maneira que os esquerdistas encontraram para constranger quem se opõe aos projetos de dominação ideológica.
Nada é de uma vez só. A patrulha começa com o que de fato é correto e usa o justo pra impor o injusto.
Agredir um homossexual, por exemplo, só porque o cara é gay, é um absurdo. E isso de fato acontece. Mas acontece pouco. No Brasil é fato isolado. Os viados que morrem porque são viados representam uma parcela ínfima dos assassinados no Brasil. Morre muito mais policial na mão de bandido, pobre na mão de traficante e até mulher na mão de homem violento morre mais.
A maioria dos viados anda morrendo porque se mete com quem não deve. Metem-se em becos, ruelas, cantinhos escuros e afins na busca de supostos heterossexuais que queiram transar com eles. Por que muitos viados não gostam de transar com outros viados. E o que ocorre? Qual hetero quer transar com gay? O hetero que quer tirar proveito da situação. E quem são eles? Via de regra drogados e bandidos, sem qualquer principio moral. Ao se envolverem com eles, os gays são agredidos fisicamente e até mortos não por que são viados, mas porque são mais indefesos. E os caras querendo grana ou o relogio ou o carro, acabam cometendo algum tipo de violência após a sacanagem. Às vezes, pra infelicidade do viado, o crime vem antes.... Se fosse uma mulher no lugar do gay, aconteceria o mesmo.
O mesmo ocorre com a pedofilia na Igreja. A maioria dos casos ocorre com padres gays. Desde o seminário já é uma foliada. Padre com seminarista, seminarista com seminarista. Quando assumem de vez o sacerdócio a coisa se torna mais complicada, porque os então estudantes se tornam pessoas visadas, uma vez que estarão à frente da Igreja, comandando rebanhos. Mas como se sabe, homens pensam muito em sexo. Mas os padres fazem voto de castidade. Gay ou não, eles não podem transar. Muitos padres heteros mantem relações mais estáveis, com alguma mulher da comunidade. Alguns até abandonam a batina por causa desses amores proibidos. O escandalo é grande mas não é tão grave.
E os padres gays? Ah, o problema é mais sério, porque em geral eles não estão nem um pouco interessados nos principios e fundamentos da Igreja. É impressionante. Chegam a odiar a Igreja. E com quem eles vão se divertir? Com quem? Com as mulheres? Com os homens heterossexuais? Não. As primeiras não são do interesse deles. Aliás, pra fugir delas muitos desses garotos foram parar no seminário. É ainda uma fuga tranquila. O segundo grupo, os dos heterossexuais adultos, representa um risco muito grande. Primeiro porque é uma abordagem complicada, e segundo, porque podem ser a origem de dissabores sobretudo por causa de chantagens. Sobram entao as crianças e os adolescentes.
Mas ninguém comenta isso. A mídia fala em casos de pedofilia, mas em instante algum comenta que muitos dos abusadores são padres viadinhos enrustidos. E quando alguém fala, é massacrado como preconceituoso.
Cabe esclarecer que pedofilia é algo muito mais grave e doentio do que esses padres andam fazendo. A maioria na verdade se envolve com adolescentes. E o faz porque os riscos são menores. É mais fácil manipulá-los, os adolescentes, com promessas e ameaças.
Outra questão é a dos negros. Ninguém, ninguém em sã consciência acha que foi algo mais ou menos ou que as circunstâncias justificaram esse absurdo. Mas a História oficial mente. Pelo menos no Brasil. Mente e omite.
A maior parte dos negros que vinha para América foram antes capturados por outros negros, ainda na África e então negociados com os europeus e encaminhados aos EUA, Brasil, etc.
Outro fato negligenciado é que não foram os europeus que inauguraram a escravidão negra. Séculos antes, praticamente a mesma quantidade de negros fora enviada para os grandes impérios árabes.
Por isso, não devemos nunca nos orientar por opiniõs prontas. Na verdade, no Brasil, é muito arriscado a gente levar a sério a maioria dos jornalistas, professores e intelectuais. Porque ou falam e escrevem tolices e absurdos por ignorância ou por má fé, quando não as duas coisas juntas.
Há exceções e como tal, praticamente exlcuídas da mídia oficial. É na internet onde estão expostas as verdadeiras discussões, informações e opiniões que valem a pena.

Abaixo, artigo do professor Olavo, sobre a questão do racismo e da escravidão negra.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/090914dc.html