terça-feira, 30 de março de 2010

Opinião apressada

Preconceito, a rigor, é uma opinião apressada e não necessariamente errada.
No Brasil, preconceito é opinião contrária.
Contrária a qualquer crítica que se faça a determinados grupos protegidos por pelos bondosos politicamente corretos.
Qualquer opinião que seja contrária aos interesses dos negros, homossexuais, drogados, viados e sapatonas, no Brasil é entendido como puro preconceito.
É uma maneira que os esquerdistas encontraram para constranger quem se opõe aos projetos de dominação ideológica.
Nada é de uma vez só. A patrulha começa com o que de fato é correto e usa o justo pra impor o injusto.
Agredir um homossexual, por exemplo, só porque o cara é gay, é um absurdo. E isso de fato acontece. Mas acontece pouco. No Brasil é fato isolado. Os viados que morrem porque são viados representam uma parcela ínfima dos assassinados no Brasil. Morre muito mais policial na mão de bandido, pobre na mão de traficante e até mulher na mão de homem violento morre mais.
A maioria dos viados anda morrendo porque se mete com quem não deve. Metem-se em becos, ruelas, cantinhos escuros e afins na busca de supostos heterossexuais que queiram transar com eles. Por que muitos viados não gostam de transar com outros viados. E o que ocorre? Qual hetero quer transar com gay? O hetero que quer tirar proveito da situação. E quem são eles? Via de regra drogados e bandidos, sem qualquer principio moral. Ao se envolverem com eles, os gays são agredidos fisicamente e até mortos não por que são viados, mas porque são mais indefesos. E os caras querendo grana ou o relogio ou o carro, acabam cometendo algum tipo de violência após a sacanagem. Às vezes, pra infelicidade do viado, o crime vem antes.... Se fosse uma mulher no lugar do gay, aconteceria o mesmo.
O mesmo ocorre com a pedofilia na Igreja. A maioria dos casos ocorre com padres gays. Desde o seminário já é uma foliada. Padre com seminarista, seminarista com seminarista. Quando assumem de vez o sacerdócio a coisa se torna mais complicada, porque os então estudantes se tornam pessoas visadas, uma vez que estarão à frente da Igreja, comandando rebanhos. Mas como se sabe, homens pensam muito em sexo. Mas os padres fazem voto de castidade. Gay ou não, eles não podem transar. Muitos padres heteros mantem relações mais estáveis, com alguma mulher da comunidade. Alguns até abandonam a batina por causa desses amores proibidos. O escandalo é grande mas não é tão grave.
E os padres gays? Ah, o problema é mais sério, porque em geral eles não estão nem um pouco interessados nos principios e fundamentos da Igreja. É impressionante. Chegam a odiar a Igreja. E com quem eles vão se divertir? Com quem? Com as mulheres? Com os homens heterossexuais? Não. As primeiras não são do interesse deles. Aliás, pra fugir delas muitos desses garotos foram parar no seminário. É ainda uma fuga tranquila. O segundo grupo, os dos heterossexuais adultos, representa um risco muito grande. Primeiro porque é uma abordagem complicada, e segundo, porque podem ser a origem de dissabores sobretudo por causa de chantagens. Sobram entao as crianças e os adolescentes.
Mas ninguém comenta isso. A mídia fala em casos de pedofilia, mas em instante algum comenta que muitos dos abusadores são padres viadinhos enrustidos. E quando alguém fala, é massacrado como preconceituoso.
Cabe esclarecer que pedofilia é algo muito mais grave e doentio do que esses padres andam fazendo. A maioria na verdade se envolve com adolescentes. E o faz porque os riscos são menores. É mais fácil manipulá-los, os adolescentes, com promessas e ameaças.
Outra questão é a dos negros. Ninguém, ninguém em sã consciência acha que foi algo mais ou menos ou que as circunstâncias justificaram esse absurdo. Mas a História oficial mente. Pelo menos no Brasil. Mente e omite.
A maior parte dos negros que vinha para América foram antes capturados por outros negros, ainda na África e então negociados com os europeus e encaminhados aos EUA, Brasil, etc.
Outro fato negligenciado é que não foram os europeus que inauguraram a escravidão negra. Séculos antes, praticamente a mesma quantidade de negros fora enviada para os grandes impérios árabes.
Por isso, não devemos nunca nos orientar por opiniõs prontas. Na verdade, no Brasil, é muito arriscado a gente levar a sério a maioria dos jornalistas, professores e intelectuais. Porque ou falam e escrevem tolices e absurdos por ignorância ou por má fé, quando não as duas coisas juntas.
Há exceções e como tal, praticamente exlcuídas da mídia oficial. É na internet onde estão expostas as verdadeiras discussões, informações e opiniões que valem a pena.

Abaixo, artigo do professor Olavo, sobre a questão do racismo e da escravidão negra.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/090914dc.html

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