terça-feira, 30 de março de 2010

Quem planta colhe.


Existem prazeres que não custam muito. E que ensinam mais que mil meditações. Desenhar é um deles. Exercita a personalidade, a capacidade de expressão, o detalhismo e perfeccionismo. Outro prazer barato e altamente pedagógico é o cultivo de alguma planta.
Plantar faz um bem danado. Mais do que ter um animal de estimação. Quando a gente planta, a gente se torna paciente. Um cachorrinho é motivo de prazer desde filhote. Uma planta, dependendo do caso, a gente inicia a vida dela com uma semente, que sob o solo, é como se fosse o filho na barriga da mãe. A gente não , mas sabe que tem que cuidar, regar, não pisar em cima. Quando a planta brota no solo, temos que cuidar por causa das formigas, fungos, e outras pragas. Temos que continuar regando, adubando, protegendo. E isso exige muita paciência, método e certo rigor. Senão não dá certo ou dá certo pela metade.
E a plantinha vai crescendo.
Vai crescendo e com ela o nosso senso de responsabilidade, de observação, nossa paciência. Até que um dia a planta nos dá aquilo que queremos. Um fruto, uma folha para uma salada, um tempero. E o mais importante, a satisfação de que produzimos algo. Que das nossas maos e esforço saiu um alimento, uma flor que enfeita, uma árvore que dá sombra.
No Brasil, é essa vocação para a agricultura que nos torna um dos países maiores produtores de alimentos do mundo. Internamente, barateia a comida do brasileiro. Internacionalmente, exporta para o mundo inteiro, trazendo bilhões e bilhòes de dólares para o nosso país.
Esses vagabundos, incluindo o MST e a maioria dos ambientalistas, que querem crimininalizar nossos produtores rurais, acusando-os de destruir o meio ambiente ou de concentrarem a riqueza nas mãos de poucos latifundiários, são eles próprios os criminosos, uma vez que é graças aos nossos grandes e pequenos agricultores que muito menos gente passa fome. Fome que para os ambientalistas não faz a menor diferença se alguns hectares de cerrado forem preservados. Fome que para o MST é combustível para suas badernas, assaltos e depredações.

O vídeo abaixo é a primeira parte de uma entrevista com a Senadora pelo Acre, Kátia Abreu, sobre a questão rural no Brasil.



Assistam ao vídeo e às demais partes dessa entrevista, bem como outras matérias sobre Kátia Abreu. É uma grande mulher!

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