Preconceito, a rigor, é uma opinião apressada e não necessariamente errada.
No Brasil, preconceito é opinião contrária.
Contrária a qualquer crítica que se faça a determinados grupos protegidos por pelos bondosos politicamente corretos.
Qualquer opinião que seja contrária aos interesses dos negros, homossexuais, drogados, viados e sapatonas, no Brasil é entendido como puro preconceito.
É uma maneira que os esquerdistas encontraram para constranger quem se opõe aos projetos de dominação ideológica.
Nada é de uma vez só. A patrulha começa com o que de fato é correto e usa o justo pra impor o injusto.
Agredir um homossexual, por exemplo, só porque o cara é gay, é um absurdo. E isso de fato acontece. Mas acontece pouco. No Brasil é fato isolado. Os viados que morrem porque são viados representam uma parcela ínfima dos assassinados no Brasil. Morre muito mais policial na mão de bandido, pobre na mão de traficante e até mulher na mão de homem violento morre mais.
A maioria dos viados anda morrendo porque se mete com quem não deve. Metem-se em becos, ruelas, cantinhos escuros e afins na busca de supostos heterossexuais que queiram transar com eles. Por que muitos viados não gostam de transar com outros viados. E o que ocorre? Qual hetero quer transar com gay? O hetero que quer tirar proveito da situação. E quem são eles? Via de regra drogados e bandidos, sem qualquer principio moral. Ao se envolverem com eles, os gays são agredidos fisicamente e até mortos não por que são viados, mas porque são mais indefesos. E os caras querendo grana ou o relogio ou o carro, acabam cometendo algum tipo de violência após a sacanagem. Às vezes, pra infelicidade do viado, o crime vem antes.... Se fosse uma mulher no lugar do gay, aconteceria o mesmo.
O mesmo ocorre com a pedofilia na Igreja. A maioria dos casos ocorre com padres gays. Desde o seminário já é uma foliada. Padre com seminarista, seminarista com seminarista. Quando assumem de vez o sacerdócio a coisa se torna mais complicada, porque os então estudantes se tornam pessoas visadas, uma vez que estarão à frente da Igreja, comandando rebanhos. Mas como se sabe, homens pensam muito em sexo. Mas os padres fazem voto de castidade. Gay ou não, eles não podem transar. Muitos padres heteros mantem relações mais estáveis, com alguma mulher da comunidade. Alguns até abandonam a batina por causa desses amores proibidos. O escandalo é grande mas não é tão grave.
E os padres gays? Ah, o problema é mais sério, porque em geral eles não estão nem um pouco interessados nos principios e fundamentos da Igreja. É impressionante. Chegam a odiar a Igreja. E com quem eles vão se divertir? Com quem? Com as mulheres? Com os homens heterossexuais? Não. As primeiras não são do interesse deles. Aliás, pra fugir delas muitos desses garotos foram parar no seminário. É ainda uma fuga tranquila. O segundo grupo, os dos heterossexuais adultos, representa um risco muito grande. Primeiro porque é uma abordagem complicada, e segundo, porque podem ser a origem de dissabores sobretudo por causa de chantagens. Sobram entao as crianças e os adolescentes.
Mas ninguém comenta isso. A mídia fala em casos de pedofilia, mas em instante algum comenta que muitos dos abusadores são padres viadinhos enrustidos. E quando alguém fala, é massacrado como preconceituoso.
Cabe esclarecer que pedofilia é algo muito mais grave e doentio do que esses padres andam fazendo. A maioria na verdade se envolve com adolescentes. E o faz porque os riscos são menores. É mais fácil manipulá-los, os adolescentes, com promessas e ameaças.
Outra questão é a dos negros. Ninguém, ninguém em sã consciência acha que foi algo mais ou menos ou que as circunstâncias justificaram esse absurdo. Mas a História oficial mente. Pelo menos no Brasil. Mente e omite.
A maior parte dos negros que vinha para América foram antes capturados por outros negros, ainda na África e então negociados com os europeus e encaminhados aos EUA, Brasil, etc.
Outro fato negligenciado é que não foram os europeus que inauguraram a escravidão negra. Séculos antes, praticamente a mesma quantidade de negros fora enviada para os grandes impérios árabes.
Por isso, não devemos nunca nos orientar por opiniõs prontas. Na verdade, no Brasil, é muito arriscado a gente levar a sério a maioria dos jornalistas, professores e intelectuais. Porque ou falam e escrevem tolices e absurdos por ignorância ou por má fé, quando não as duas coisas juntas.
Há exceções e como tal, praticamente exlcuídas da mídia oficial. É na internet onde estão expostas as verdadeiras discussões, informações e opiniões que valem a pena.
Abaixo, artigo do professor Olavo, sobre a questão do racismo e da escravidão negra.
http://www.olavodecarvalho.org/semana/090914dc.html
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terça-feira, 30 de março de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Curtinhas - Escola pra viado e sapatona!
Há algum tempo soube que seria inaugurada uma escola de cultura gay, em São Paulo. Eu não sei o que é cultura gay. Acho que nem os idealizadores sabem. Só Deus sabe e só por Ele que a gente, que é decente, vai conseguir suportar tudo isso.
Decerto os diretores e professores vão ministrar aulas de como uma drag deve se montar, como se comportar no dark room, como fazer para abordar um garoto de programa ou ainda quais grifes são mais adequadas a um viado.
Para os alunos com QI superior a 15, a esses serão ministradas aulas sobre como interpretar os texto de Luiz Mott, como exigir da mídia representações não caricaturais de drag queens ou como exercer plenamente a sexualidade antes dos 12 anos.
O pior é que tem dinheiro público no meio dessa palhaçada de mau gosto. O meu suado dinheirinho tá lá, financiando essas bandalheiras e futilidades todas...
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O Casamento Homossexual
Os viados querem se casar. As sapatonas também. Mas eles não querem apenas se casar. Querem que as religiões os aceitem como tal: marido e marido e mulher e mulher. Não contente em exigir a benção dos padres, rabinos e pastores para as suas bandalheiras, eles querem ter filhos. Mas filho não dá em árvore. Filho não se vende em supermercado. Entao vem a gritaria do movimeto GLBT exigindo que a lei lhes permita adoção. Como um dragão de 10 cabeças, eles não se satisfazem nunca. Querem mais, mais e mais. Querem direito à pensao, querem direito a plano de saúde, querem todos os direitos que a família sempre teve. Entenda-se por família a união entre o homem, a mulher e filhos. Mas querem mais. Querem o supremo direito de não serem nunca criticados. Nunca admoestados, nunca apontados. Os homossexuais não querem apenas direitos. Querem que o Estado lhes de a concessão da perfeição. O estado transformando, por decreto, os viados e sapatonas em seres perfeitos. Se são perfeitos, nenhuma critica, nenhum observação que não seja apoteótica pode ser considerada homofóbica e por o infeliz sujeito na cadeia ou obriga-lo a pagar severas multas.
Todos tem o direito de dispor da sua vida afetiva do jeito que quiser. Do mesmo modo dos bens que adquirem e das implicações em relação as outras pessoas. Sob essa ótica, o estado deve sim regulamentar e regularizar as relações homossexuais. Isso é justo. Certos direitos não podem ser exclusivos do união heterossexual.
O problema é que outros direitos surgiram da necessidade de proteger a família, como a conhecemos há milénios, e assim proteger a própria humanidade. Desse modo, não cabem tais direitos se estenderem às uniões gays. Um deles é a benção das Igrejas. Se muitas religiões condenam a pratica homossexual (assim como condenam, via de regra o sexo antes do casamento, o adultério, a prostituição, o uso de drogas, etc) quem quiser ser adultero, promiscuo, viado ou sapatona, que fique bem longe dessas igrejas. Mas não queiram, mesmo tendo comportamentos inadequados, as bençaos de quem sempre odiaram. Outro aberração é a adoçao homossexual: entre os homens, a maioria das relações não duram mais do que cinco anos. Os homossexuais masculinos são vaidosos, egocêntricos e hedonistas. Não existirá aquela capacidade de união e abnegação tão comuns entre o pai e a mãe. O gay pensa antes de mais nada nos seus próprios prazeres e isso faz com que as unioes entre os viados sejam tao curtas.
Já entre as sapatonas existem problemas de outra natureza. A maioria tem uma forte tendencia ao uso e abuso de drogas, sobretudo o álcool. São mais ciumentas. Brigam mais. Em contra partida são mais fieis e estabelecem relações afetivas de fato duradouras. É comum ver mulheres que estão unidas há 20, 30 anos ou mesmo que permanecem firmes até a horinha da morte. Entre os viados, os que conseguem permanecer juntos por tanto tempo o fazem ao seu jeito: abrindo a relação para terceiros, promiscuindo o namoro ou a união de tal modo que perdem a noção do que seja amor, companheirismo e o próprio casamento.
De qualquer modo, a questão da adoção é muito problemática, até para os heterossexuais, que há algum tempo se tornaram incapazes de construírem relações sólidas. Mas isso é assunto pra outro post.
Todos tem o direito de dispor da sua vida afetiva do jeito que quiser. Do mesmo modo dos bens que adquirem e das implicações em relação as outras pessoas. Sob essa ótica, o estado deve sim regulamentar e regularizar as relações homossexuais. Isso é justo. Certos direitos não podem ser exclusivos do união heterossexual.
O problema é que outros direitos surgiram da necessidade de proteger a família, como a conhecemos há milénios, e assim proteger a própria humanidade. Desse modo, não cabem tais direitos se estenderem às uniões gays. Um deles é a benção das Igrejas. Se muitas religiões condenam a pratica homossexual (assim como condenam, via de regra o sexo antes do casamento, o adultério, a prostituição, o uso de drogas, etc) quem quiser ser adultero, promiscuo, viado ou sapatona, que fique bem longe dessas igrejas. Mas não queiram, mesmo tendo comportamentos inadequados, as bençaos de quem sempre odiaram. Outro aberração é a adoçao homossexual: entre os homens, a maioria das relações não duram mais do que cinco anos. Os homossexuais masculinos são vaidosos, egocêntricos e hedonistas. Não existirá aquela capacidade de união e abnegação tão comuns entre o pai e a mãe. O gay pensa antes de mais nada nos seus próprios prazeres e isso faz com que as unioes entre os viados sejam tao curtas.
Já entre as sapatonas existem problemas de outra natureza. A maioria tem uma forte tendencia ao uso e abuso de drogas, sobretudo o álcool. São mais ciumentas. Brigam mais. Em contra partida são mais fieis e estabelecem relações afetivas de fato duradouras. É comum ver mulheres que estão unidas há 20, 30 anos ou mesmo que permanecem firmes até a horinha da morte. Entre os viados, os que conseguem permanecer juntos por tanto tempo o fazem ao seu jeito: abrindo a relação para terceiros, promiscuindo o namoro ou a união de tal modo que perdem a noção do que seja amor, companheirismo e o próprio casamento.
De qualquer modo, a questão da adoção é muito problemática, até para os heterossexuais, que há algum tempo se tornaram incapazes de construírem relações sólidas. Mas isso é assunto pra outro post.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Utilidade Pública 2
E quem são, atualmente, os brasileiros mais prejudiciais ao Brasil ? Eis a lista. Um o diabo já levou, mas o mal que dele emana ainda está conosco:
1. Lula
2. Frei Betto
3. Paulo Freire
4. Leonardo Boff
5. Tarso Genro
6. Luiz Mott
7. Manoel Carlos
8. José Sarney
9. Marcelo D2
10. Marilena Chauí
1. Lula
2. Frei Betto
3. Paulo Freire
4. Leonardo Boff
5. Tarso Genro
6. Luiz Mott
7. Manoel Carlos
8. José Sarney
9. Marcelo D2
10. Marilena Chauí
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