quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Casamento Homossexual

Os viados querem se casar. As sapatonas também. Mas eles não querem apenas se casar. Querem que as religiões os aceitem como tal: marido e marido e mulher e mulher. Não contente em exigir a benção dos padres, rabinos e pastores para as suas bandalheiras, eles querem ter filhos. Mas filho não dá em árvore. Filho não se vende em supermercado. Entao vem a gritaria do movimeto GLBT exigindo que a lei lhes permita adoção. Como um dragão de 10 cabeças, eles não se satisfazem nunca. Querem mais, mais e mais. Querem direito à pensao, querem direito a plano de saúde, querem todos os direitos que a família sempre teve. Entenda-se por família a união entre o homem, a mulher e filhos. Mas querem mais. Querem o supremo direito de não serem nunca criticados. Nunca admoestados, nunca apontados. Os homossexuais não querem apenas direitos. Querem que o Estado lhes de a concessão da perfeição. O estado transformando, por decreto, os viados e sapatonas em seres perfeitos. Se são perfeitos, nenhuma critica, nenhum observação que não seja apoteótica pode ser considerada homofóbica e por o infeliz sujeito na cadeia ou obriga-lo a pagar severas multas.
Todos tem o direito de dispor da sua vida afetiva do jeito que quiser. Do mesmo modo dos bens que adquirem e das implicações em relação as outras pessoas. Sob essa ótica, o estado deve sim regulamentar e regularizar as relações homossexuais. Isso é justo. Certos direitos não podem ser exclusivos do união heterossexual.
O problema é que outros direitos surgiram da necessidade de proteger a família, como a conhecemos milénios, e assim proteger a própria humanidade. Desse modo, não cabem tais direitos se estenderem às uniões gays. Um deles é a benção das Igrejas. Se muitas religiões condenam a pratica homossexual (assim como condenam, via de regra o sexo antes do casamento, o adultério, a prostituição, o uso de drogas, etc) quem quiser ser adultero, promiscuo, viado ou sapatona, que fique bem longe dessas igrejas. Mas não queiram, mesmo tendo comportamentos inadequados, as bençaos de quem sempre odiaram. Outro aberração é a adoçao homossexual: entre os homens, a maioria das relações não duram mais do que cinco anos. Os homossexuais masculinos são vaidosos, egocêntricos e hedonistas. Não existirá aquela capacidade de união e abnegação tão comuns entre o pai e a mãe. O gay pensa antes de mais nada nos seus próprios prazeres e isso faz com que as unioes entre os viados sejam tao curtas.
Já entre as sapatonas existem problemas de outra natureza. A maioria tem uma forte tendencia ao uso e abuso de drogas, sobretudo o álcool. São mais ciumentas. Brigam mais. Em contra partida são mais fieis e estabelecem relações afetivas de fato duradouras. É comum ver mulheres que estão unidas há 20, 30 anos ou mesmo que permanecem firmes até a horinha da morte. Entre os viados, os que conseguem permanecer juntos por tanto tempo o fazem ao seu jeito: abrindo a relação para terceiros, promiscuindo o namoro ou a união de tal modo que perdem a noção do que seja amor, companheirismo e o próprio casamento.
De qualquer modo, a questão da adoção é muito problemática, até para os heterossexuais, que há algum tempo se tornaram incapazes de construírem relações sólidas. Mas isso é assunto pra outro post.

Nenhum comentário:

Postar um comentário