
O Haiti já era uma tragédia: social, política e econômica. Com esse terremoto tudo se agravou. Lamento como ser humano esse desastre. Em particular, como brasileiro, lamento profundamente a morte de Dona Zilda Arns. Embora meio comunista, influencida pela Teologia da Libertação, essa grande mulher estava sempre do lado dos pobres e da vida. Na prática, pondo as mãozinhas na massa. Amava a vida alheia, fosse combatendo a fome ou o aborto. Dona Zilda morreu, mas seu trabalho e seu exemplo deverão permanecer como provas do quão o ser humano pode ser bom e útil ao próximo sem precisar ser um super - heroi.
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